Posted by: Marcela Bonazzi | August 12, 2012

#TheGleeProject

Eu não costumo fazer isso, mas Glee Project me deu muitos sentimentos conflitantes, então decidi escrever sobre isso pra colocar ordem na cabeça. E é um bom treino, não é?

Para começar: quando eu vejo Glee Project eu espero sempre o inesperado. A pessoa que foi a mais elogiada e ganhou a tarefa da semana pode fácil ser eliminada só porque Ryan Murphy não sentiu que bateu uma inspiração de escrever para esse determinado participante naquela hora. É sempre uma caixinha de supresas. Mas essa semana eles pisaram no meu coração sem dó nem piedade e me vi boquiaberta do começo ao fim.

A tarefa da semana combinou com o tema, que era atuação, e acho que os participantes mandaram bem, levando em conta o susto e a inexperiência de muitos. E uma coisa que provavelmente só eu notei foi o quanto Michael mostrou ser dedicado e nerd: ele foi a única pessoa que vi na história do realityque levou um bloquinho para anotar as dicas do mentor convidado.  Achei fofo!

Aí veio a missão de montar um trailer de filme e vi uma das preferidas da competição sumir. Lily desapareceu com o tanto que Blake, Michael e Aylin brilharam (por ordem de intensidade, Blake me convenceu como o cara mau e Michael resolveu começar a competir. Shoking). E Ali, quem é Ali? O que ela fez de bom essa semana? Nada. Se Shanna teve um desempenho estrelar a temporada toda e foi mandada embora por uma semana ruim, já estava dando tchau pra Ali e a voz que tanto me irrita.

Aí chegou a hora do bottom three e, ao invés de presentear os melhores da semana *aham Blake e Michael aham* com uma mais do que merecida vaga na final os mentores e a produção decidem que todos vão cantar não só para Ryan, mas para todos do time de escritores. Nessa hora eu dei tchau para Michael, porque não tinha chance alguma de ele encantar qualquer pessoa. Ele merecia estar na final, mas se ganhasse e entrasse para Glee ia ser uma segunda edição de Damian. Merecia a final porque foi quem mais foi esnobado pelos mentores, mas mesmo assim cresceu como mais ninguém.

“Ah, mas ele iria para a final não merecendo ganhar e tirando o lugar de quem merece?”

Absolutamente não. No que dependesse de mim a final seria entre Aylin e Blake, os dois únicos que tem uma chance real de crescerem em Glee e virarem alguma coisa. Ir para a final seria um prêmio pelo esforço do Michael e só. Ninguém mais merece aquele lugar na final na minha opinião Lily para mim é uma repetição da Mercedes e ela me cansou MUITO com todo o mimimi dela e Ali é teatrical demais para a televisão. Já me incomoda no reality, não quero nem pensar como seria no seriado.

Então fecharam a final com Blake, Aylin e Ali. Existe 33,3% de chances de eu arremessar o computador longe terça que vem se Ali ganhar só porque Ryan quer uma nova vilãzinha má. Quem mais merece esse prêmio é Aylin, não só por ser uma personagem completamente nova e interessantíssima, mas também por ter um talento inegável para cantar, dançar e atuar – tudo aquilo que Glee preza e precisa. Se Blake levar não vou chorar, desde que pelo amor dos santos protetores dos roteiristas não façam dele um novo Finn. Se quiser repeteco vejo o meu DVD da primeira temporada. Quer um vilão? Usem o Blake, ele é uma verdadeira estrela.

Agora oremos por terça-feira para que eu não grite em plena madrugada acordando meus vizinhos.

Posted by: Marcela Bonazzi | August 7, 2012

Writer’s block

Acho que todas as pessoas que escrevem, periodicamente ou esporadicamente, já passaram pelo famoso writer’s block. Os meus costumam ser específicos: quando empaco em um texto não tem santo protetor dos jornalistas desesperados que me salve. Fico nele eras até conseguir desempacar e de vez em quando eu nem consigo e acabo é desistindo mesmo,

Mas o que eu realmente gosto é quando eu leio em algum lugar um texto que dizia exatamente aquilo que me faltaram as palavras para explicar. Hoje isso aconteceu comigo.

Encontrei no Thought Catalog – site ótimo, eu leio sempre e recomendo! – um texto que expressava justamente o que estava sentindo e não conseguia dizer/escrever. Claro, algumas coisas a mais, outras a menos, ma a essência dele era perfeita. Fiquei tão feliz a hora que li que deu até um alívio, parecia que um peso tinha saído do coração.

Não quero dizer qual foi o texto, acho que se não consegui expressar publicamente depois de tanto tempo é porque ele não tinha que sair da minha boca, mas não queria deixar de publicar isso por aqui. O texto em si não me deu a paz que eu queria e ainda não sei se me liberou do meu bloqueio, mas com certeza me ajudou a ver tudo mais claramente.

Alguém mais já passou por isso ou a loucura é só por aqui mesmo?

Posted by: Marcela Bonazzi | August 6, 2012

Um novo amor

É oficial: eu estou apaixonada! Meu namoro de oito anos e meio não está abalado nem nada, meu amor é pelos irmãos Schneider. (aí entra a controvérsia porque já vi lugares falando que eles são meio irmãos e outros nem citando parentesco, então fica a dúvida. Mas seria coincidência demais os dois chamarem Schneider, então estou apostando na hipótese de eles serem meio irmãos).

Descobri os dois com o medley do Maroon 5 que eles fizeram com a Victoria Justice e apareceu na minha timeline do Facebook. Como amei de paixão fui correr atrás de o que mais eles tinham feito e encontrei coisas muito boas, entre elas um medley do Bruno Mars no mesmo estilo e uma versão de Not Over You do Gavin DeGraw.

E o Kurt, que é quem produz e dirige tudo, é realmente muito bom e sabe o que está fazendo. Fiquei horas no canal dele no Youtube e só parei porque tinha que dormir e comer e essas coisas da vida. Ele trabalha com diversos outros artistas além do irmão (?) e fez vários outros medleys, incluindo um de Call Me Maybe adoro! e Payphone (senti um amor por Maroon 5. Mais do que justificado, quem não ama?).

Está mais do que recomendado!

– Maroon 5 Medley

– Bruno Mars Medley

– Not Over You – Gavin De Graw

– Call Me Maybe / Payphone Medley

Posted by: Marcela Bonazzi | July 25, 2012

Soundtrack

Parte II!

Voltei com mais música! Demorei muito mais do que queria, mas nem vou tentar inventar desculpas. Foi preguiça. Mas também falta de músicas boas. Ouço muita coisa nova, mas como sou uma criatura de hábitos acabo sempre voltando para as mesmas coisas, então fica difícil dar dicas, principalmente sem The Voice na minha vida (#voltaAdam e #voltaBlake).

E já que falei em The Voice, vou começar com os meus dois jurados favoritos! O Maroon 5 lançou um novo CD chamado Overexposed e eu baixei rapidinho para ouvir até decorar pra cantar junto no show que vai ser em agosto. Uma das músicas que eu mais gostei e que eu estou rezando para ouvir ao vivo é Daylight. Confesso que sofri para escolher uma música só, fiquei entre essa, Love Somebody e Wipe Your Eyes, mas acabei optando por indicar essa porque sei que é uma das preferidas do Adam também:

O Blake já tinha lançado o álbum dele, Red River Blue, há algum tempo quando lembrei de baixar, mas mesmo atrasada não me decepcionei. Achei a cara dele as músicas sobre beber e amei de paixão as sobre romance, pra variar. Entre as minhas preferidas estão Over, que é um dos singles, e God Gave Me You, que eu amo de paixão. Além de a letra ser linda de morrer o vídeo dela é a coisa mais adorável de todo o mundo. Na introdução tem uma mensagem da Miranda Lambert, mulher dele, poucas horas antes do casamento dos dois falando como eles se amam. Morri de tanta fofura.

Uma das minhas maiores frustrações atualmente é não encontrar a versão do Mike Viola de Ain’t She Sweet. Desde que ouvi em Bunheads [nova série da Amy Sherman Palladino, essencial para quem era fã de Gilmore Girls] eu ando alucinada e não acho por nada no mundo. Já que não encontro, deixo a cena de Bunheads onde ela aparece. Das duas uma: ou alguém acha e me manda ou vicio alguém na série!

Quem me conhece sabe que adoro musicais. Vejo todos, baixo trilhas sonoras, decoro tudo e de alguns sei até a coreografia. Então quando soube que ia ter um remake de Footloose fiquei desconfiada, principalmente depois que fizeram o de Fame e deu no que deu [eu não curti, se não deu para perceber]. Tanto que demorei eras para ver e só fui assistir de verdade quando chegou na TV a cabo. Maior besteira que fiz! Acho que o filme ficou super bacana! E ainda tinha uma vibe country que eu ADORO! A versão de Footloose, aliás, é cantada pelo Blake Shelton. Não tô roubando por repetir ele aqui, né?

Na mesma onda das trilhas sonoras, o último filme que eu vi foi Um Homem de Sorte com o Zac lindo Efron. Já tinha lido o livro e gostado bastante, então gostar do filme não foi exatamente difícil, principalmente porque acompanho a carreira do Zac e acho que ele está cada vez melhor e mais maduro. De qualquer maneira, eu amei as músicas que tocaram no filme e baixei o CD para ouvir. Acabei viciando na maioria das músicas, mas uma das minhas preferidas é You Know It’s True, da Jules Larson. É gostosinha de ouvir e te faz sorrir, sabe?

Eu não sei quanto a vocês, mas eu adoro ouvir música antes de dormir. Muitas vezes, quando estou com insônia, é o que me acalma. Mas acho extremamente difícil encontrar as músicas certas para ouvir antes de dormir. Porque ela tem que ser calminhas, óbvio, e eu prefiro que sejam, na maior parte, orquestradas. Se não fico ouvindo e prestando atenção na letra e não durmo. Mas um dos poucos artistas que eu sempre tenho na minha playlist Sleep Time é o Joshua Radin. Conheci ele em Querido John e gamei. Então nada mais justo que compartilhar justamente essa música que fez eu me apaixonar: Paperweight.

E como eu esqueci Train no meu último post (shame on me), não vou deixar esse passar sem pelo menos uma música deles. Entre tantas preferidas – e acredite, são MUITAS – decidi pegar um do álbum novo deles pra fazer uma propagandinha. Vou nem começar a listar minhas preferidas, se não faço um post todo só com elas! Escolhi Bruises porque adoro a letra dela e acho que a participação da Ashley Monroe deu super certo e combinou muito bem com a voz do Pat.

Por hoje é só, espero que logo tenha mais! Alguém que me apresentar ou sugerir algo?

Posted by: Marcela Bonazzi | July 24, 2012

Aquele sorriso…

Tem uma coisa nos genes dos Bonazzi que eu acho linda e tenho muito orgulho de ter herdado: o sorriso com os olhos. Se você pegar uma foto de algum de nós e cobrir do nariz para baixo ainda fica facinho dizer se estávamos sorrindo ou não. O que eu acho mais legal ainda disso tudo é que dá pra perceber quando a alegria é verdadeira. Eu pelo menos, que adoro perceber essas coisas, consigo dizer.

Por isso que fiquei com um sorriso bobo no rosto quando vi as fotos do meu aniversário, É fácil perceber quão feliz eu estava, mesmo através da lente do meu óculos (#nerdpower). Aí paro para pensar que foi um conjunto de fatores tão simples – mas muito bem planejados – que me deixaram feliz daquele jeito. Literalmente tremendo de alegria e nem conseguindo chorar de emoção por causa do susto.

Olhas as fotos me faz pensar em como é fácil ser feliz. De verdade, é uma equação muito simples! O problema é que momentos de alegria extrema como esse são raros, por isso são tão bons. Pelo menos comigo é assim. Não que eu não seja feliz! Eu sou e não é pouquinho não! Mas tem aqueles momentos raros em que você olha ao seu redor e sabe que se pudesse mudar qualquer coisa não mudaria nada.

Mas é para isso que temos a nossa memória, não é? Para fechar os olhos e poder relembrar tudo aquilo quando sentirmos que estamos tendo um dia ruim e precisamos de um pouco de magia. E graças aos céus pelas fotos, assim nada nunca se perde!

Então, crianças, acreditem quando as pessoas te dizem que a felicidade está nas coisas pequenas. E aproveite os momentos de alegria extrema e inacabável. Sorria até a sua bochecha doer e ria alto, para o mundo ouvir. Porque isso que é viver!

PS: estou começando a descobrir novas ferramentas no photoshop e tive muito tempo livre hoje. Isso explica o efeito LINDO horroroso na foto. Me perdoem, prometo ficar melhor nisso!

Posted by: Marcela Bonazzi | July 17, 2012

Crazy Internet People

Eu sou rata de internet desde que ela começou a ficar grande no Brasil. Tinha conexão discada, aquela que vinha com CD de instalação do UOL e só podia usar de madrugada para não encarecer a conta de telefone, lembram? Ficava no ICQ do meu irmão conversando com as amigas dele que tinham paciência para a irmãzinha caçula dele e mais tarde tive o meu próprio, onde conversava com os colegas de classe e vizinhos do prédio.

Isso é um jeito meio longo de dizer que eu sou meio viciada em internet. Uso todos os dias, o tempo todo. Em casa, no trabalho, na estrada, no computador, no celular, em tudo quanto é canto. Mas ainda sou da época em que era algo perigoso, que atraía pedófilos e sequestradores que entravam no chat do UOL para procurar suas próximas vítimas. Então amizades virtuais não eram exatamente bem vistas.

Ainda hoje existe um preconceito, mas quase nem se compara ao que já foi um dia. E eu fico muito feliz por isso, pois foi na internet que encontrei pessoas que hoje são essenciais e tão especiais para mim. E tudo por uma paixão em comum: séries.

Meus primeiros amigos virtuais surgiram com a Fresh News on Gilmore Girls, uma comunidade do Orkut cheia de fãs da série que comentavam todos os dias sobre os episódios, spoilers, notícias, ships e trocos não devolvidos. Passava horas do meu dia lá, naquela comunidade, conversando com os meus novos amigos. E amava. Meus pais nem tanto.

Uma das pessoas que “conheci” foi a Tathy. Quando Gilmore Girls acabou *tear* aos poucos fomos perdendo o contato e nos falando cada vez menos. Até que não. Eu e a Tathy encontramos outro amor em comum: Glee. E foi ela quem me apresentou à Luce e foi assim que reencontrei a Adara, também da época da Fresh News.

A partir daí é tudo história. Mas é uma daquelas coisas meios loucas onde vocês se conhecem há um ano, mas parece que é uma vida toda. Uma participa tanto da vida outra e está sempre tão presente – mesmo quando está longe – que é uma loucura pensar que há pouco tempo atrás eu não tinha nenhuma das três na minha vida. Quatro, se você contar a Ellis, que me conquistou na primeira vez que peguei ela no colo e ela não tentou agarrar meu óculos no alto de seu um aninho.

Depois de dois ou três meses conversando só por internet, mas já tão presentes, decidimos nos encontrar. Mera formalidade, se você me perguntar. Elas já eram minhas grandes amigas e dizia pra quem quer que perguntasse. No final foi a melhor coisa que fizemos porque conversamos até não podermos mais e rimos como se fizéssemos aquilo toda semana.

Hoje é tudo tão natural que é muito estranho pensar que um dia não foi assim. Hoje elas me aguentam, me aconselham, comemoram, vibram e surtam comigo. Falamos sobre séries, comida, vida, problemas, viajens, amiga e qualquer que seja o tópico da vez. Tudo pela internet. E sempre que os planetas se alinham a gente se encontra para comer/ver séries/conversar.

Então, eu queria agradecer a internet. Não só minha vida seria um lugar bem menos colorido sem ela, mas também teria me impedido de encontrar essas meninas que entraram no meu coração e lá vão ficar para sempre. Girls, vocês sabem, né? ❤

Posted by: Marcela Bonazzi | May 31, 2012

Growing pains

Glee é uma série bobinha. Eu assumo isso. Sei que é verdade. Mas ainda sim é uma das minhas séries preferidas. Trata de problemas atuais e tem muitas músicas que eu amo nesse meio. Então eu gosto mesmo sendo bobinha.

Mas de vez em quando Glee acerta em cheio na mensagem e recentemente uma das frases vem me assombrando. É dita pela Quinn e é “Do you know what growing up is about? Losing things”. Quanto mais eu penso nisso e comparo com a minha vida mais vejo que é verdade. Quanto mais crescemos mais coisas vamos perdendo.

Perdemos a inocência da infância, a inexperiência da adolescência, os amigos que se afastam por puro rumo da vida, os anos no colégio e depois na faculdade, a tranquilidade de uma vida com poucas responsabilidades… a lista parece nunca terminar.

Isso é meio sucky em todos os sentidos, mas até que é compreensível. Se não perdemos tudo isso como é que vamos para frente? Como crescemos e viramos donos de nossas próprias vidas? Como?

Quanto mais eu penso nisso mais eu acredito que tudo o que é perdido na verdade é substituído. Nem sempre você enxerga a mudança como algo positivo, mas depois de alguns anos começa a ficar claro porque determinadas coisas aconteceram de determinadas maneiras e em determinados momentos.

Tudo o que resta para nós é seguir perdendo as coisas, recebendo o que nos é dado de novo e continuar com a vida. Tudo sempre com um sorriso no rosto.

Posted by: Marcela Bonazzi | April 20, 2012

Soundtrack

Essa semana eu me deparei com muitas músicas novas que já me viciaram e nas quais eu já apaixonei. Essa, aliás, é uma das vantagens de ver The Voice e Glee: as músicas que eu descubro ou redescubro. Baixo todas as minhas preferidas e fico ouvindo em casa depois. Ia postar no Twitter ou no Facebook, mas achei que eram muitas pra isso, então achei mais fácil e compacto fazer um post no blog. Tiro as teias de aranha daqui e compartilho minhas músicas! Win win!

A primeira música que eu quero dividir é If I Die Young, da The Band Perry. Mas a versão que me ganhou foi a da RaeLynn, que estava cantando para tentar se salvar em The Voice. Não deu certo, porque quem acabou ficando no Team Blake foi a Erin, mas mesmo assim ela me ganhou. Adoro a voz da RaeLynn, gostei desde a Blind Audition. E amei a versão de Wake Up Call, do Maroon 5, que ela fez. Mas essa música em especial, na voz dela, me viciou.


E por falar em The Voice eis que o Maroon 5 laça o novo single deles no programa: todos comemora! A música chama Payphone e tem colaboração com o Wiz Khalifa. Aqui rola um probleminha: não curti muito o rap dele no meio da música. Mas depois de escutar a música pela 83ª vez eu acabei nem ligando mais e acostumei com ele. Tô meio viciada e fico ouvindo a música no repeat. Muito boa! Ainda não tem clipe, mas eles fizeram um lyric video muito bacana!


Minha mais nova descoberta é New Morning. A música é do Bob Dylan, mas eu descobri pelo cover que o Darren Criss e a banda do irmão dele, a Freelance Whales, fizeram para o álbum tributo que estão montando. Sou a pessoa mais suspeita do mundo quando o assunto é Darren Criss, porque sou muito fã do trabalho supermegafoxyawesomehot dele em Glee e fora também, mas eu realmente gostei muito da versão e já virou uma das favoritas!


Desde que comecei a ver The Voice comecei a ouvir muito mais country – beijo Blake!. Já gostava muito de alguns artistas, mas fui descobrindo pessoas novas e músicas novas. Um das músicas que eu mais gostei de ter encontrado foi Free Fallin’, do Tom Petty. Já tinha ouvido algumas vezes, mas era daquelas músicas que você ouve algumas vezes, gosta, mas sempre esquece de procurar, sabe? Apaixonei nessa versão do John Mayer:


Se tem algo que eu gosto mais do que chocolate é lembrar de músicas antigas que eu amava, mas por algum motivo acabei esquecendo. Fighter é uma delas. A voz da Christina Aguilera tem aquelas notas impossíveis e agudos demais pro meu gosto, mas mesmo assim eu gosto muito de algumas músicas dela. E depois de aparecer em Glee e da própria Christina cantar com o seu Team em The Voice voltei a ouvir essa música que nem louca:
*detalhe pra Christina cantando Hillbilly Bone antes e levando homens descamisados pra encher o Blake. Adooooro!


E por último, mas não menos importante, temos Call Me Maybe, da Carly Rae Jepsey. Já faz um tempinho que eu ando viciada nessa música. Nunca consigo ouvir uma vez só. E ela tá caindo mesmo nas graças do povo, porque tem um monte de gente gravando vídeo com os amigos fazendo coreografia e cantando. Aliás, se alguém foi fazer me chama? Super quero!


Por hoje são essas, mas quem sabe não animo de fazer isso semanalmente. Ou quinzenalmente. Ou quando me der vontade-mente.

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